SHARE

Da Redação*

A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) reúne seu corpo técnico para discutir as atividades que serão executadas e dar seguimento as que já estão sendo colocadas em prática. O evento ocorreu durante todo o dia nesta quinta-feira, 21, na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Tocantins (CREA-TO), em Palmas, e tem como objetivo dar seguimento às estratégias do Plano Nacional para a retirada da vacinação contra a febre aftosa e padronizar as ações do Sistema de Defesa Agropecuária.

(Foto: Delfino Miranda/Adapec)
(Foto: Delfino Miranda/Adapec)

O presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, falou da grande oportunidade de discutir gargalos, traçar mais metas e aprimorar a execução do Sistema de Defesa Agropecuária, que está previsto para ser será auditado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em agosto.

– Revisaremos nossas atividades, legislações e estrutura, para cumprirmos todas as exigências previstas, pois essa será nossa meta nos próximos anos, até que a suspensão da vacinação seja efetivada – disse acrescentando ainda que o encontro reúne as áreas animal, vegetal e administrativa.

O secretário de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Thiago Dourado, ressaltou a importância da execução do serviço oficial no agronegócio.

– A vocação primária do nosso Estado é a pecuária, por isso precisamos potencializar essa vocação natural com mais políticas públicas e investimentos na indústria para que os produtores tenham incentivos em produzir alimentos, por isso estamos fomentando a implantação de oito plantas frigoríficas – ressaltou.

A programação da reunião segue durante o dia todo, onde estão sendo discutidos temas: Recadastramento de propriedades rurais; Atualização de portarias; Plano Nacional de Erradicação sobre a Febre Aftosa; Sanidade suídea; Sanidade e Inspeção Vegetal, entre outros.

Retirada da vacinação

A previsão do Mapa é de que a retirada gradual da vacinação comece a partir de 2021. O Tocantins já vem avançando com a prática de algumas estratégias: recadastramento de propriedades rurais, intensificação e controle de trânsito animal nas barreiras fixas e móveis, manutenção de altos índices vacinais, controle de estoque de vacinas e mais agilidade no atendimento a notificação de doenças vesiculares.

– Estamos buscando ainda investimentos para a revitalização dos escritórios e barreiras fixas da Agência – complementa Alberto Mendes.

O estado faz parte do bloco IV juntamente com os estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e o Distrito Federal. Ocupa o 11º lugar no ranking nacional com 8,7 milhões de bovinos e está há 21 anos sem foco da doença.

*Fonte: Ascom/Adapec

NO COMMENTS

LEAVE A REPLY