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*Da Redação

A cadeia produtiva do leite também é destaque na Agrotins 2018. Empresas de tecnologia especializadas no segmento apresentam diversas novidades desde material genético a equipamentos de ordenha e processamento do produto.

A automação torna a produção mais produtiva (Foto: Manoel Junior/Governo do Tocantins)
A automação torna a produção mais produtiva (Foto: Manoel Junior/Governo do Tocantins)

No estande da pecuária, o empresário Marcos Rosa e Silva expõe máquinas de ordenha e tanques de resfriamento, equipamentos que, segundo ele, são fundamentais para a agroindustrialização do leite.

– São equipamentos com custos baixos, mas capazes de oferecer maior rendimento na produtividade de até 15% – disse ele, acrescentando que uma das vantagens da ordenha automática é a facilidade de manuseio do equipamento por qualquer pessoa.

Produtores rurais e estudantes estão recebendo, na Agrotins, informações sobre processamento, higienização e inspeção de toda cadeia do leite.

– O processamento do leite começa na preparação da ordenha, por isso é fundamental o uso da ordenhadeira e dos tanques de resfriamento, pois são eles que vão garantir a qualidade e os ganhos econômicos na produção – afirmou Marcos Rosa.

Em Palmas, um caso prático que vem dando certo é o do pequeno agricultor Itamar Rodrigues Toledo, que investiu na criação de gado leiteiro, e montou na propriedade uma pequena indústria de queijo com registro no Serviço de Inspeção Municipal (SIM). Segundo ele, o projeto nasceu após perceber que se investissem na industrialização do produto os lucros poderiam aumentar.

– Ainda utilizamos ordenha mecânica, porque nossa produção é pequena. São apenas 350 litros de leite/dia, mas investimos em outros equipamentos para a fabricação do queijo, que tem garantido margem de lucros de 20% – comemorou.

– A agroindústria está cada vez mais próxima do produtor rural, e nós temos que aproveitar toda tecnologia existente para aumentar a produtividade, por isso, trabalhamos com animais selecionados. Nosso próximo passo, na propriedade, é o desenvolvimento e a comercialização de material genético – destacou Itamar.

*Fonte: Secom/TO, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

 

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