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ARTIGO – SAC e uma história que merece ser contada (a importância do Rádio)

Por Clenio Araújo*

Na última quarta-feira, 1º de julho, houve mais um atendimento presencial do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) na Unidade (Embrapa Pesca e Aquicultura). Atividade desempenhada pelo Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO), em conjunto com os demais colaboradores da Empresa que são acionados de acordo com a demanda. O SAC por vezes envolve histórias interessantes. Foi o caso.

Pesquisadora Flávia Tavares de Mato conversa com os visitantes (Foto:Jefferson Christofoletti)
Pesquisadora Flávia Tavares de Mato conversa com os visitantes (Foto:Jefferson Christofoletti)

Chegaram, de manhã, dois senhores na faixa dos 50-60 anos. Extremamente humildes, pediram informações sobre piscicultura. Até aí, tudo normal. Seria mais um atendimento, como tantos outros. Seria, mas não foi. O motivo que trouxe Ciro Pires da Silva e Sílvio das Dores à Embrapa Pesca e Aquicultura foi uma entrevista que ouviram na Rádio Nacional da Amazônia sobre uma pesquisa de nossa Unidade.

Também não foi um atendimento tradicional pelo fato de eles residirem no município de Confresa, no Nordeste do Mato Grosso, e terem vindo, de ônibus, até a Embrapa em Palmas. Viajaram a noite inteira, sem terem feito um contato anterior e sem a garantia de atendimento.

Ato de coragem e determinação.

Ciro Pires da Silva conta o objetivo da vinda à Empresa: “visitar a Embrapa, devido à entrevista que a gente ouviu pela Rádio Nacional da Amazônia, com Airton Medeiros, com foco na parte técnica da Embrapa sobre a piscicultura. Falou muitos detalhes sobre peixe e a pesquisa que está se desenvolvendo com a Flávia (pesquisadora Flávia Tavares de Matos). Então, nós ouvimos e aí resolvemos visitar a Embrapa e estamos levando uma expectativa de muito aproveito”.

O Rádio, enquanto meio de comunicação, possui uma abrangência muito grande, chegando a lugares bem longe. Flávia diz que “nunca imaginei que a entrevista fosse alcançar um lugar tão distante e nem que despertaria o interesse de pessoas por lá. Foi realmente uma grande surpresa”.

Sobre o atendimento, a pesquisadora comenta que “me senti honrada por receber esses dois senhores que vieram de tão longe. Me dá a sensação de dever cumprido, pois consegui sensibilizar o público de alguma forma, ao divulgar as pesquisas realizadas pela Embrapa”.

Clenio Araujo é do Núcleo de Comunicação Organizacional da Embrapa Pesca e Aquicultura