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Lançado o 3º edital do Fundo Babaçu para financiamento de projetos na área de abrangência das florestas de babaçuais (Foto: SDR-PI)
Lançado o 3º edital do Fundo Babaçu para financiamento de projetos na área de abrangência das florestas de babaçuais (Foto: SDR-PI)

O Comitê Gestor do Fundo Babaçu lançou o terceiro edital para financiamento de projetos em duas linhas de atuação: fortalecimento organizacional e organização produtiva. As propostas devem atender a demanda de povos e comunidades tradicionais e outras comunidades que vivem em regime de produção familiar e geograficamente estejam localizadas em regiões de babaçuais nos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará. O Fundo Babaçu recebe financiamento da Ford Foundation por meio de Doação feita ao Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu. Os interessados têm até o dia 25 de abril para envio dos projetos.

No site www.miqcb.org.br, encontra-se o edital completo e o “Roteiro de Elaboração de Projeto”, um guia prático para apresentação das propostas e que devem ser rigorosamente seguidos pelos preponentes. O Fundo Babaçu destina como recursos não reembolsáveis o valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais) para apoio a pequenos projetos (categoria “Pindova” do Fundo Babaçu) que estejam entre as seguintes faixas de valores: R$ 30 mil (Trinta Mil) destinados a ações de Fortalecimento Organizacional com valores por projeto que variam de R$ 3.000,00 (Três Mil Reais) a R$ 5.000,00 (Cinco Mil Reais). A outra linha de financiamento dos projetos foi destinada a Organização produtiva com valor total de R$ 70.000,00 (Setenta Mil Reais) com faixas que variam por projeto de R$ 3.000,00 00 (Três Mil Reais) a R$15.000,00 00 (Quinze Mil Reais).

Entre os outros objetivos apresentados pelo Fundo Babaçu a serem contemplados pelos projetos, que devem ter a duração de um ano, estão:

  • Apoiar o fortalecimento organizacional e/ou institucional de organizações;
  • Contribuir para a conservação dos babaçuais por meio das boas práticas de manejo tradicional e sem uso de agrotóxicos;
  • Apoiar organizações de mulheres;
  • Estimular a organização da juventude;
  • Aproveitamento, beneficiamento e comercialização de produtos agroextrativistas em áreas de babaçuais;
  • Demonstrar ideias inovadoras com a adoção de novas tecnologias, metodologias e produtos, desde que adequadas à realidade e aos modos de vida das quebradeiras de coco babaçu;
  • Promover a equidade social, o resgate e valorização cultural;
  • Demonstrar a participação do público na elaboração do projeto e quais benefícios o projeto trará para a comunidade local.

Da Ascom/SDR-PI, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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