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(Foto: Divulgação)
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Por Antônio Oliveira

O 13º Road Show (projeto que promove a integração de jornalistas e influenciadores digitais do agro de todo o Brasil com empresas e instituições dos agronegócios, por meio de visitas e reportagens, de inciativa da agência de assessoria de comunicação, Texto Comunicação Corporativa – putz, que entre parênteses que ficou grande.), realizado entre os dias 11 e 15 de março deste ano e foi um dos melhores em termos de experiências profissionais e em presença de veteranos do jornalismo desta área. Foi, também  o que mais rodou por estradas paulistas, sul-mato-grossenses e mineiras: mais de 2 mil quilômetros (e poucas horas de regalias –ou sono –  nos luxuosos hotéis reservados para a “turma” neste percurso. Foi muito “puxado”, mas compensador, como sempre -legal, não é Altair?.

Não havia apenas “dinossauros”, do “Clube dos Bolinhas”. Mas havia uma turminha, principalmente do “Clube das Luluzinhas”, cuja atuação está centrada nas mídias sociais, fazendo uma comunicação de baixo custo, rápida e inteligente. Deu um show nos “dinossauros”.

“O produtor rural, não é matuto. Ele é inteligente e  merece respeito”.

Uma dessas influenciadoras digitais do agro, Aline Leonhardt, tem sido um fenômeno no Facebook, Instagran e Youtube. Fenômeno, principalmente por comunicar os agros, que têm um publico internauta bem menor que o público de notícias convencionais.  Seus números, nas três redes, são astronômicos e não é qualquer mídia convencional que os tem, não. Aprendi um pouco com esta turminha, principalmente com a Aline.

Formada em jornalismo, com especialização em cinema e produção de vídeo, ela trabalhou em TV aberta durante 7 anos e a cerca de 1 comanda o programa Vale Agrícola, um dos maiores da região Sul do Brasil. Conforme ela, são 37 mil inscristos no Youtube e 380 mil seguidores no Facebook. Só em 2018, ainda conforme a loira, os vídeos do canal tiveram mais de 45 milhões de visualizações.

É mole? Não é, não. É coragem, determinação, muita criatividade e espírito empreendedor, no que resulta em super produções de textos, de vídeos, de boa expressão corporal/carisma na telinha – conteúdo. Viva a inteligência da mulher brasileira!

Encantado com o seu trabalho e com o que ele pode significar para esta nova geração de jornalistas que busca um horizonte fora das empresas de comunicação tradicionais – muitos deles precisando cair na real de que na comunicação, não deve ter isto de “só faço isto”, ou “só faço aquilo”. Não, é bom que sejamos polivalentes, o mercado exige isto -, fiz uma entrevista com a Aline.

Veja o vídeo. Nele Aline deixa uma mensagem sobre a importância do jornalismo de agronegócio e deste segmento para o Brasil e o mundo. “O produtor rural, não é matuto. Ele é inteligente e  merece respeito”.

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