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O Piauí, segundo o governo estadual, já criou várias unidades de conservação (Foto: Pinterest)
O Piauí, segundo o governo estadual, já criou várias unidades de conservação (Foto: Pinterest)

Nesta quinta-feira, 22, o governador do Piauí, Wellington Dias, está em Portugal, onde assinará um protocolo de cooperação técnica e participará da inauguração da sede da Associação Portugal Mata Viva. A associação terá o mesmo modelo de sistema operacional e a plataforma de venda dos ativos ambientais que será operado do Piauí, por meio do Ativo Verde Piauí.

Cerca de 100 mil hectares de áreas nativas do Piauí devem render ativos financeiros para o Estado. Empresários e representantes do governo de Portugal têm interesse em adquirir créditos por meio do programa estadual Ativo Verde Piauí. De acordo com o estado, a expectativa é de que os créditos florestais gerem cerca de R$ 1 bilhão por ano.

As áreas públicas inventariadas e protegidas institucionalmente por meio de leis que garantem a criação de parques estaduais e estações ecológicas podem, assim, se transformar em “créditos de floresta” para outros países e empresas que firmaram acordos internacionais pela preservação ambiental e pela redução do efeito estufa.

O Piauí, segundo o governo estadual, já criou várias unidades de conservação e, até o momento, já foram inventariados 85 mil hectares. Dentre as áreas, estão o Parque do Cânion do Poty; a Estação Ecológica da Serra Branca, no município de São Raimundo Nonato; o Parque Estadual do Rangel, que fica entre Curimatá e Redenção do Gurguéia; e o Parque Zoobotânico, em Teresina.

Da Secom/Piauí, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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