SHARE

Da Redação

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, celebrou a reabertura do mercado russo para a carne suína brasileira, conforme anunciado nesta quarta-feira, 31, pelo Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária Russo (Rosselkhoznadzor).

As cargas brasileiras poderão ser embarcadas para o território russo a partir de 01 de novembro.

A diminuição dos níveis dos embarques impactou a receita mensal das exportações em junho (Foto: Divulgação)
Cargas começam a ser embarcadas nesta quinta-feira,1 (Foto: Divulgação)

Conforme o Serviço Federal para Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor), foram reabilitadas 4 plantas localizadas no Rio Grande do Sul, das empresas Alibem Alimentos, da Adele Indústria de Alimentos e da Cooperativa Central Aurora Alimentos.

Desde o embargo imposto no último mês do ano passado, a Rússia deixou de importar do Brasil o equivalente a 230,4 mil toneladas – em torno de 40% de tudo o que o país teria exportado no período, tomando como referência as exportações realizadas entre janeiro a outubro de 2017.

– A retomada deste mercado tem um significado importante, em especial, pela representatividade que a Rússia desempenhou nos últimos anos, como principal destino das vendas brasileiras – afirma Turra.

Com a reabertura deste mercado, os exportadores brasileiros têm boas expectativas quanto à retomada das vendas para o Leste Europeu, que se somarão às importações de carne suína para os mercados da Ásia e da América do Sul.

– Com o problema sanitário de Peste Suína Africana ocorrente em diversos grandes produtores de carne suína pelo mundo, o Brasil, que não registra focos da enfermidade, tem despontado como possível parceiro na segurança alimentar dos países afetados – analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da associação.

*Fonte: Ascom/ABPA, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

NO COMMENTS

LEAVE A REPLY