– Doenças como antracnose e mofo-branco podem reduzir a produtividade do cultivo de feijão. Por isso, um manejo completo e eficiente assegura uma lavoura mais produtiva e, consequentemente, traz mais rentabilidade ao produtor rural – a recomendação é da área de Marketing da BASF, multinacional de insumos agrícolas.

Em casos mais severos, o fungo pode atacar as vagens e provocar a queda precoce (Foto: Embrapa)
Em casos mais severos, o fungo pode atacar as vagens e provocar a queda precoce (Foto: Embrapa)

– É importante que o agricultor adote medidas eficientes de controle de doenças no cultivo do feijão. O uso de variedades resistentes e a adoção de sementes sadias são ferramentas recomendadas para promover a sanidade da lavoura. O controle químico com soluções diferenciadas e os tratos culturais também são fundamentais para evitar perdas no rendimento da cultura – afirma Luiz Fernando Straioto, gerente de Marketing feijão da BASF.

Saiba como fazer um controle adequado

– O mofo-branco é uma das principais doenças da cultura do feijão e pode causar perdas de mais de 60% se o manejo não for feito corretamente – frisa a Empresa.

Ainda segunda ela, a doença está presente na maior parte das regiões produtoras do país, sendo que é mais frequente em altitudes acima de 600 metros, temperaturas amenas e alta umidade do solo. O mofo-branco pode reduzir a produtividade, aumentar o custo por hectare, desvalorizar o preço das terras, interferir na qualidade das sementes, e servir como fonte de inóculo na contaminação de áreas isentas.

A BASF diz estar atenta às necessidades do produtor rural, oferecendo o fungicida Spot® SC que controla efetivamente o mofo-branco na cultura do feijão.

– A solução da BASF combina dois mecanismos distintos de ação com os ativos Boscalida e Dimoxistrobina, que juntos proporcionam a manutenção do potencial produtivo devido à redução das estruturas de resistência conhecidas como escleródios. De acordo com pesquisas, se o controle não for feito de forma adequada, os escleródios podem sobreviver por um período de até 11 anos – explica.

7155956549_8a514be292A Empresa diz ainda que assim como o mofo-branco, a antracnose também é favorecida por temperaturas mais amenas e umidades elevadas. O manejo correto desta doença é imprescindível devido aos danos que ela pode acarretar à cultura do feijão. Além da perda de rendimento, a antracnose também interfere na qualidade do cultivo, já que causa manchas e lesões aos grãos, depreciando o valor do produto final.

– Os sintomas da doença são verificados por manchas alongadas na parte aérea das plantas que evoluem para as nervuras das folhas. Em casos mais severos, o fungo pode atacar as vagens e provocar a queda precoce – ensina.

A BASF explica ainda que para o manejo correto da antracnose, a Empresa conta com um portfólio completo de fungicidas.

– Destaque para o fungicida Opera® Ultra que apresenta duplo modo de ação e é altamente seletivo. Além do fungicida ter excelente ação protetiva, também oferece benefícios AgCelence®. A tecnologia da BASF deixa as plantas mais saudáveis, produtivas e com qualidade superior. Complementam a oferta os fungicidas Comet® eOrkestra® SC – conclui.

Da Ascom/BASF, com edição de Cerrado Rural Agronegócios