Duas obras que estarão na Flip (Foto: Antônio Oliveira)
Duas obras que estarão na Flip (Foto: Antônio Oliveira)

Da Redação*

“Do Pontal ao Nacional – 281 – anos escrevendo história”,  é este o tema da 38ª Semana da Cultura de Porto Nacional, que vai acontecer de 19 a 23 de junho, no Espaço Cultural Beira-Rio. Junto com a Semana acontecerá também, a 2ª Feira Literária Portuense (FLIP), que reunirá 150 escritores de vários estados para o lançamento de 71 obras literárias inéditas.

A FLIP será consolidada como a maior feira literária do Centro-Norte do Brasil. Os eventos são uma promoção da Secretaria Municipal da Cultura e do Turismo com o apoio da Prefeitura Municipal.

A Semana de eventos acontecerá de 8h da manhã a meia noite, e oferecerá ao público, campanhas institucionais de trânsito e prêmio sustentável, café regional, caminhada cultural, revitalização do espaço Beira-Rio, 33 manifestações artísticas e culturais, 10 comendas de reconhecimento a personalidades portuenses, 19 shows, 08 exposições, 05 sarais, 13 palestras, 71 livros, 06 filmes, 02 oficinas, 03 quadrilhas, 01 roteiro geoturístico.

Clic aqui para ver a programação completa dos dois eventos

Antônio Oliveira

O jornalista e escritor Antônio Oliveira, editor geral deste site e de sua versão impressa, estará presente lançando o seu mais novo livro, “O Homem Abílio Wolney” e disponibilizando o romance “Eu, Cecília e uma cadelinha de nome Mirna”.

Sobre “O Homem Abílio Wolney…”

Antônio Oliveira põe a efeito a biografia do Homem Abílio Wolney, tão importante para se compreender os movimentos revolucionários de sua época no setentrião goiano-baiano, lá onde as fronteiras dos estados foram galopadas pelo estadista da Serra Geral. Norte goiano, hoje sudeste do Tocantins. Oeste baiano, hoje a próspera Barreiras, onde o autor se ambienta em livro denso, mergulhado nos conteúdos do início da República, no primeiro quartel do Século XX, enfiando-se nos socalcos do Planalto Central, quando uma hipótese geográfica foi submetida ao capricho da paixão e do poder da oligarquia mais violenta do Brasil.

“Num belo aprumo de escritor, noticiarista, plumitivo e redator, se faz repórter dos autores que cita em sua obra recorrente aos textos dos que narraram essa página fulgurante de heroísmo libertário, de oposição aos mandos e desmandos, mas também tarjada de horrores, no ponto culminante do episódio nas aldravas do tronco, a reboque da Chacina do Duro, entre o barulho e os mártires em 1919”, conforme descreve, em prefácio, o juiz de Direito, Abílio Wolney Neto, neto do personagem central do livro.

Em síntese, o livro resgata uma das mais importantes páginas da história do Tocantins, oeste da Bahia e Goiás, corrigindo erros e injustiçascontra o Cel. Abílio Wolney, a partir da obra “O Tronco”, do escritor goiano, Bernardo Élis.

Sobre “Eu, Cecília e uma cadelinha de nome Mirna”

O livro é um romance baseado em fatos da vida real.

“Esta história (sim, não é uma estória, pois trata-se de um relato autobiográfico, se bem que alguns nomes tenham sido trocados para evitar exposição de algumas pessoas) é uma narrativa de muita coragem e ousadia. Não pense o leitor que a palavra ousadia, aqui usada, tenha qualquer relação com falta de vergonha. Muito pelo contrário, esta história fala de amor, amizade, encontros e desencontros, todos estes temas abordados com o maior carinho e respeito, mas também expressando sentimentos de muita frustração e sofrimento…

… Esta é uma bela e triste história de amor em que o tempo, ah o tempo… Este herói e vilão das histórias de amor tem um papel coadjuvante, mas que interfere com maestria de estrela de primeira grandeza no rumo que tomam os papéis dos nossos personagens principais, Antônio e Cecília.

Este mesmo tempo que se interpõe a todo o momento na narrativa desta história, talvez seja o único capaz de trazer uma compreensão para o seu desfecho final. Pois o tempo guarda a sabedoria do eterno, do que foi sem ainda ter sido e do que ainda pode vir a ser quando já não acreditamos mais ser possível…”, descreve, em prefácio, a professora Tsylla Balbino.

07-15

Sobre o autor

O escritor é, também, jornalista, radialista, videodocumentarista e empresário no ramo da comunicação social e promoção de eventos. Este é o seu segundo livro publicado, com mais três à espera de oportunidade para publicação, entre estes, que deve ser publicado no segundo semestre de 2019, está a obra técnica “Piscicultura – Tocantins, dos nativos à tilápia”.

É membro correspondente da Academia de Letras do Sul e Sudeste do Tocantins

Fundou e edita a revista Cerrado Rural Agronegócios, em suas versões impressa e web; criou e promove os eventos PISCISHOW e AVISULEITE (Congressos e feiras voltados para as cadeias produtivas do peixe, da avicultura, do suíno e do leite).

Trabalhou em várias emissoras de rádio em Goiás, entre as quais a Rádio K do Brasil, Rádio Brasil Central, Rádio Clube de Goiânia e Rede Goiana de Rádio; nos jornais Diário da Manhã e Jornal da Imprensa.

Em Tocantins, exerceu as funções de repórter e editor de O Jornal e articulista de vários outros; repórter e âncora da TV Palmas, na capital deste estado; correspondente da Rádio Bandeirante de São Paulo.

Foi pioneiro na também pioneira Rádio Barreiras, de Barreiras, no oeste da Bahia, onde exerceu a função de diretor de jornalismo, locutor noticiarista, disk-joquei, entre outras funções na comunicação social. Ainda nesta cidade, fundou e dirigiu por quase dez anos, o jornal Folha de Barreiras e trabalhou em outras emissoras desta cidade (Líder FM e Vale).

*Com informações da Secretaria de Cultura e Turismo de Porto Nacional