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O engenheiro de Transportes Sênior do Banco Mundial, Gregoire Gauthier reuniu-se com representantes da CNA, na quinta-feira, 22 (Foto: CNA)
O engenheiro de Transportes Sênior do Banco Mundial, Gregoire Gauthier, reuniu-se com representantes da CNA, na quinta-feira, 22 (Foto: CNA)

Na quinta-feira, 22, na sede do Sistema CNA/SENAR/ICNA, em Brasília, o engenheiro de Transportes Sênior do Banco Mundial, Gregoire Gauthier, conheceu as ações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para promover o escoamento dos produtos agropecuários brasileiros.

A assessora técnica da CNA, Elisangela Pereira Lopes, apresentou os desafios de logística e infraestrutura, mostrando as possibilidades para aumentar a eficiência logística e diminuir os custos de produção da agropecuária.

Ela explicou que a Confederação é a entidade representativa na defesa dos interesses do produtor rural brasileiro e participa de vários fóruns de discussão, como a Câmara Temática de Logística e Infraestrutura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que é voltada para o desenvolvimento da logística para o fortalecimento do agronegócio.

– O custo de produção tem aumentado nos últimos anos em função da distância da propriedade rural até os portos. No Brasil, os produtos percorrem até 2.000 km, mas existem alternativas para reduzir esse custo em pelo menos 30%, como por exemplo, a integração entre os modais de transporte – declarou a assessora técnica.

Elisangela afirmou que a CNA atua fortemente para a consolidação dos portos do Arco Norte, que vão contribuir para o escoamento dos grãos de regiões como Rondônia, Mato Grosso e Tocantins.

– Também estamos focados em barrar o Projeto de Lei da Câmara n° 121, de 2017, que trata da criação da política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas. Se for aprovado, no primeiro momento, elevará os custos de transportes de graneis sólidos em 29% – explicou a assessora.

Ao final da reunião, Gauthier informou que o Banco Mundial tem interesse em subsidiar alguns projetos de infraestrutura. Posteriormente, representantes da CNA e da instituição tratarão do assunto, segundo a própria Confederação.

Da Ascom/CNA, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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