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Da Redação*

Feirantes de Palmas (TO)  já contabilizam o crescimento das vendas que superou as projeções iniciais de 300 toneladas. Nas feiras da capital foi registrado aumento de 30% na comercialização de peixes em relação ao mesmo período do ano passado. Vale lembrar ainda que a data elevou também as vendas de outros produtos relativos ao período pascal, como temperos, farinhas e outros produtos que acompanham o preparo do peixe.

"Os 28 peixeiros cadastrados nas sete feiras de Palmas venderam 350 toneladas de peixes" (Foto: Secom/Palmas)
“Os 28 peixeiros cadastrados nas sete feiras de Palmas venderam 350 toneladas de peixes” (Foto: Secom/Palmas)

De acordo com os números da Diretoria de Comercialização e Abastecimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Emprego (Sedem), os 28 peixeiros cadastrados nas sete feiras de Palmas venderam 350 toneladas de peixes, com preço médio de R$ 10 a R$ 12 por quilo, totalizando mais de R$ 3,5 milhões durante o período da Páscoa.

Para o diretor de Comercialização e Abastecimento, Ruy Fontoura, o resultado foi tão positivo que coloca a Páscoa ao posto de uma das principais datas para o comércio nas feiras da cidade. O dirigente aponta que cada consumidor levou para casa cerca de 5 quilos de pescado.

– Durante os dias 17 a 21 de abril mais de 60 mil pessoas passaram pelas feiras e a comercialização foi fantástica e todo estoque foi vendido –  disse considerando que esse crescimento se deu por conta dos investimentos realizados pelo município nas reformas das feiras e das novas instalações da Feira da 304 Sul (Espaço Popular Mário Bezerra Cavalcante).

– O balanço demonstra que os feirantes encerraram o feriadão com a venda de 100% dos estoques em todas as feiras da cidade – concluiu Fontoura.

Cabe lembrar que recentemente as feiras do Aureny I, Arno 33 foram reformadas e a feira da 304 ganhou local específico para vendas de peixes e os feirantes passaram por cursos de capacitação para respeitarem todas as normas da Vigilância Sanitária de armazenamento e refrigeração.

*Fonte: Secom/Prefeitura de Palmas, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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