Figurões do Paço não falam a mesma língua (Foto: Divulgação)
Figurões do Paço não falam a mesma língua (Foto: Divulgação)

Dias destes, comentei aqui, em artigo assinado, sobre as tentativas desesperadas da prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, e de sua equipe, para conquistarem a simpatia do eleitorado de Palmas, com vistas a reeleição da chefe do Executivo municipal. Dias depois, trapalhadas de assessores, contando com o ovo no c. da galinha, tiveram péssimas repercussões por meio da mídia, deixando ainda mais a prefeita em maus lençóis.

Outros artigos assinados por cronistas políticos da imprensa do Tocantins focaram nesses desencontros e erros da prefeita e de seu staff, que culminaram na queda do Ibope da senhora Cinthia.

Neste artigo, queremos apontar mais um e reforçar outro, já apontado no meu artigo anterior e por colegas, principalmente da imprensa palmense: respectivamente, a questão ética e a comunicação social da administração de Palmas.

Questão ética: a prefeita ter na sua assessoria direta, um ente íntimo. No caso, seu noivo, Eduardo Mantoan. É errado, não é diferente da familiocracia,  e a sociedade não admite mais este tipo de coisa.

Comunicação Social: esta pasta na prefeitura de Palmas nunca foi bem, na época do Amastha, cercada de dúvidas, suspeitas e voltada para um grupo de “amigos do rei” e, no ano passado, assumida por uma profissional de publicidade e marketing,  vinda de Brasília,  que assumiu, em solenidade fechada em gabinete, sem a participação de jornalistas e donos de veículos de imprensa da capital, como é praxe. Fechou-se, a exemplo de sua antecessora, em grupo de “amigos da rainha” e vem desenvolvendo um trabalho que não corresponde com as necessidades do município e dos interesses políticos da prefeitura.

Volto a repetir: prefeita e assessores da chamada “Torre de Babel”, precisam tomar um chá para despertar a humildade, ser mais povo, menos elite. Saber voltar da região norte ou sul da cidade para o centro da Capital.

Como diria o saudoso – e sempre fazendo falta na crônica política tocantinense -, jornalista Solomão Rodrigues, “É, pois é…”

Antônio Oliveira