Cerrado Rural Agronegócios é o resultado do ideal do jornalista Antônio Oliveira (foto) e de sua experiência e paixão pela produção agropecuária e agronegócio, principalmente nas regiões de Cerrado do Norte e Nordeste do Brasil – definidas, atualmente, como o “Território Agrícola Matopiba (união das regiões de cerrados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), um ideal que perseguíamos desde nossa entrada no mercado).

A princípio, durante a produção e publicação de sua primeira edição, o projeto do jornalista seria o de uma revista de circulação restrita ao Tocantins, estado que, conforme está reportado na edição nº 1, sob o título de Centro-Norte Agronegócio, que chegou ao público leitor em 15 de agosto de 2003, despontava como uma das maiores esperanças brasileiras para a produção de grãos. Depois de duas a três edições seguintes se expandiria para os cerrados goianos.

Pois bem, o que era para ser uma revista de integração de dois estados irmãos – Tocantins e Goiás – tomou rumos inesperados, porém lógicos: expandiu-se, nas duas primeiras edições, para as regiões oeste da Bahia e Balsas, no sul do Maranhão, três fronteiras agrícolas com as mesmas condições climáticas, que interagem e que, juntamente com o sul do Piauí, de acordo com estudos feitos há mais de 20 anos pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, se constituirão na maior “mesa” de produção de alimentos e fibras no mundo.

Com esta expansão e mudança espontânea de circulação, teve seu título mudado, a partir da edição nº 6, de março de 2005, para Cerrado Rural Agronegócios e sua tiragem ampliada de três mil exemplares para sete mil exemplares e periodicidade mensal.

O jornalista Antônio Oliveira foi o primeiro profissional de imprensa no Tocantins e no oeste da Bahia a reportar e publicar o que são hoje realidades: Tocantins e oeste da Bahia não só são grandes produtores de grãos, mas de vários tipos de alimentos, fibras e biomassa e, com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul, que corta o Tocantins de norte a sul, e da Oeste-Leste que começa no litoral baiano, corta toda a região de Cerrado da Bahia para se encontrar com a Norte-Sul no Tocantins ou em Goiás, estarão entre os principais pólos de produção, processamento e exportação de produtos agrícolas de todo o Brasil.

O projeto de uma revista nacional esteve em nossas diretrizes, porém, acompanhando uma tendência mundial, preferimos continuar regionalizados, centrando nossas atenções no Matopiba.

Esta decisão teve um motivo lógico: estamos há décadas, como pessoa e como profissional, mais entrosados com os cerrados do Norte e Nordeste do Brasil.

Além de optarmos por focar nosso jornalismo e circulação nestas quatro regiões que formam um todo, nos fizemos mais presentes nelas por meio de duas sedes – uma em Palmas, no Tocantins, e outra em Barreiras, no oeste da Bahia, ambas demandando para as regiões sul do Piauí e do Maranhão.

Já se vão quase 11 anos desde quando chegamos às mãos dos produtores rurais e demais atores do agronegócio e da agricultura familiar não só nestas regiões de Cerrado, mas, por meio de assinaturas e cortesias, em vários outros estados do Brasil.

Nossa relação com essas regiões é tão grande que seu fundador e editor optou, também, por dividir sua residência entre Tocantins e oeste da Bahia. Isto significa, principalmente para anunciantes, maior compromisso, melhor cobertura jornalística, foco centrado em assuntos estritamente de interesse da realidade agropecuária e de agronegócio destas regiões e tiragem regional proporcionalmente maior que a de outras revistas do ramo de circulação nacional.

Mas isto não significa que estaremos com nosso foco jornalístico e circulação exclusivamente nos cerrados do Matopiba. Não, o que estiver acontecendo em todo o Brasil e no mundo e for de interesse do agronegócio e da agricultura familiar das nossas regiões de cobertura terão espaço em nossa revista.

Cerrado Rural continuará, por meio de assinaturas e cortesias na mesa dos atores do agro e da agricultura familiar de outros estados da Federação.

2802
280