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Da Redação*

A infecção por Salmonella não é exclusividade da produção avícola. Nos últimos anos, tem sido recorrente também nos plantéis de suínos. Os animais podem ser infectados nas fases de creche, crescimento e início da terminação. Entre os sorovares mais comuns de Salmonella encontradas na suinocultura está a S. Choleraesuis.

– A manifestação clínica da infecção pela Salmonella Choleraesuis é septicemia aguda, ou seja, infecção generalizada no animal, que influenciará negativamente os índices zootécnicos e pode levar à morte – explica Ricardo Lippke, supervisor técnico de Suínos da BI FAST, unidade de Aves e Suínos da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

Os animais podem ser infectados nas fases de creche, crescimento e início da terminação (Foto: Divulgação)
Os animais podem ser infectados nas fases de creche, crescimento e início da terminação (Foto: Divulgação)

Ainda conforme ele, quando sobrevivem à septicemia, os suínos ainda correm o risco de desenvolver problemas entéricos e respiratórios devido às lesões.

– A redução do desempenho e o consequente aumento nos custos de saúde animal também podem ser reflexos da salmonelose – diz.

Práticas adequadas de biosseguridade, limpeza e desinfecção das granjas são fundamentais para garantir o controle do ambiente, com redução dos riscos de futuras contaminações. Apesar da resistência da Salmonella e sua capacidade de sobreviver por longos períodos no ambiente, os animais portadores também representam maior risco para transmissão e manutenção do agente.

– A imunização pela vacina é a segurança dos suinocultores de que o plantel está protegido contra a doença, além de garantir bem-estar dos animais, sem atrapalhar o desenvolvimento e o potencial de ganho de peso – pontua Lippke.

Dentro do seu portfólio de soluções inovadores, a Boehringer Ingelheim Saúde Animal oferece a vacina Enterisol SC-54, que possui uma amostra avirulenta de Salmonella, ou seja, um organismo vivo desenvolvido especialmente para prevenir a doença nos suínos, mas que mantém sua capacidade de gerar imunidade duradoura sem causar reações adversas. Enterisol SC-54 foi a primeira vacina viva avirulenta do Brasil, que protege os leitões do impacto clínico e subclínico das infecções causadas pela Salmonella Choleraesuis, atuando contra sua adesão, invasão e citotoxidade.

– A imunização é uma ferramenta fundamental, assim como o trabalho dos criadores e técnicos na busca constante da eficiência da produção e, no final da cadeia, obtenção de carne suína cada vez mais saudável – finaliza Lippke.

*Fonte: Texto Comunicação Corporativa, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

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