Da Redação

A Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), veio a público garantir o abastecimento de pescados no mercado brasileiro, diante das restrições impostas pelas autoridades de saúde e governos brasileiros.

Piscicultores vão continuar a abastecer o mercado (Foto: Divulgação)

Conforme a corporação, o setor produtivo está unido para manter a oferta regular de proteínas animais aos consumidores. A Piscicultura também cumpre a sua parte.

– A alimentação é essencial. Estamos nos movimentando para que o fluxo de abastecimento de peixes à população não seja afetado. Nossa cadeia produtiva é qualificada, tecnificada e preocupada com a saúde alimentar da sociedade – declara Francisco Medeiros, presidente da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR).

O peixe de cultivo brasileiro, como a tilápia e o tambaqui, tem alto valor nutricional e excelente qualidade.

– A produção acontece em ambiente controlado e o cuidado com a sanidade é muito rígido. Sempre trabalhamos para garantir a segurança e oferecer alimentos saudáveis para os consumidores. E continuamos da mesma forma, mesmo em um momento extremamente desafiador – esclarece Medeiros.

A orientação da Peixe BR é que as empresas tomem todas as precauções necessárias em termos de segurança e saúde e mantenham seus colaboradores, clientes e parceiros informados sobre as melhores práticas sanitárias.

– Os profissionais desempenham papel essencial na cadeia de suprimentos de proteínas animais do país. A população deve permanecer em casa, isolada, seguindo as recomendações das autoridades. Não precisam se preocupar com a oferta de alimentos, pois a piscicultura está cumprindo a sua parte – ressalta o presidente da Peixe BR.

A Peixe BR também está atuando junto aos governos estaduais e federal para que não impeçam o fornecimento de insumos essenciais aos produtores, assim como o transporte de peixes para os frigoríficos.

– Precisamos encarar o momento com solidariedade e cuidado, realizando ações estratégicas para garantir o bom funcionamento das atividades essenciais à população – pontua Francisco Medeiros.

*Com informações da Texto Comunicação Corporativa