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Barbosa foi um dos gestores da Embrapa Algodão, da Paraíba (Foto: Embrapa)
Barbosa foi um dos gestores da Embrapa Algodão, da Paraíba (Foto: Embrapa)

Da Redação*

Conforme fonte de Cerrado Rural Agronegócios na Embrapa/Sede, a empresa pode ser presidida nos próximos anos pelo pesquisador Sebastião Barbosa. Ele foi o escolhido pelo Conselho de Administração da Empresa. Mas sua indicação ainda precisa passar por análise da Casa Civil da Presidência da República. Aprovado, ele terá sua nomeação publicada no Diário Oficial da União até o próximo dia 10 de outubro.

Sebastião Barbosa é Engenheiro Agrônomo e sempre esteve voltado paras áreas de defesa fitossanitária e controle de pragas. Foi chefe-geral da Embrapa Algodão em Campina Grande (PB) até a sua aposentadoria neste ano.

Representou FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) em reuniões internacionais, o que teria pesado na hora da escolha.

Ele pode enfrentar barreiras pela frente, conforme escreveu o portal Agrolink desta quarta-feira, 19.  O Instituto Pensar Agro (IPA), que reúne as 40 entidades do agronegócio e é ligado à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), enviou carta ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, questionando o critério de seleção por currículo. “O IPA recomendou que os candidatos apresentassem um plano estratégico com metas e iniciativas para a estatal”, disse o Portal.

Além de Barbosa, foram entrevistados para o cargo o pesquisador Cléber Soares, que chefiou a unidade Gado de Corte em Campo Grande (MS) e é atual diretor da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Também esteve no páreo um candidato de fora da Embrapa: o ex-ministro da Agricultura Luís Carlos Guedes Pinto.

Segundo as informações do jornal Valor, esses concorrentes sofreram resistência interna de servidores da estatal na última fase do processo de seleção. Soares teria sido considerado muito jovem para o cargo, enquanto o Guedes foi criticado por sua atuação política, tendo assumido cargos no governo, na Conab e no Banco do Brasil. Nos últimos três anos, todos os presidentes da estatal foram escolhidos entre os servidores de carreira.

*Com informações de Valor e do Agrolink

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