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Processo de vacinação, uma a uma, de juvenis de tilápia (Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agronegócios)
Processo de vacinação, uma a uma, de juvenis de tilápia (Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agronegócios)

Por Antônio Oliveira

– É uma falsa afirmação que as espécies exóticas, principalmente, a tilápia do Nilo, tenha sido a causadora da redução ou aumento da diversidade específica das espécies selvagens.

Ricardo Pereira: “Parece que eles esquecem do que escrevem” (Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agronegócios)
Ricardo Pereira: “Parece que eles esquecem do que escrevem” (Foto: Antônio Oliveira/Cerrado Rural Agronegócios)

A declaração, feita em Nota Técnica levada à público nesta sexta-feira, 12, é da Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio de seu Departamento de Zootecnia Grupo de Pesquisa em Manejo, Melhoramento Genética e Biologia Molecular em Piscicultura de Água Doce (PEIXEGEN). A Nota é assinada por seu associado, Prof. Dr. Ricardo Pereira Ribeiro e foi elaborada em resposta a Nota Técnica da Sociedade Brasileira de Ictiologia, publicada no início deste mês,  assinada por Ângelo Antônio Agostinho, Dr. Professor Titular Aposentado da Universidade Estadual de Maringá, Prof. Voluntário do Progr. Pós- Graduação em Ecologia Ambiental Aquática  Continentais; Dr Oscar Barroso Vitorino,  Biólogo/Analista no Instituto Natureza do Tocantins Naturatins) e  Fernando Mayer Pelicice, Dr. Professor da Universidade Federal do Tocantins (Unitins).

Ângelo Agostinho: “A expansão da tilapicultura causará efeitos socioambientais negativos ao país” (Foto: Divulgação)
Ângelo Agostinho: “A expansão da tilapicultura causará efeitos socioambientais negativos ao país” (Foto: Divulgação)

A Nota, em 13 páginas, é praticamente um parecer técnico contra o cultivo de peixes exóticos, especialmente a tilápia, em lagos de Usinas Hidroelétricas (UHE) de muitas regiões brasileiras e a pretensão de outros estados, como o Tocantins, Pará e Maranhão – estados amazônicos – em inserir esta cultura em suas águas públicas.

– Parece que esquecem o que eles escrevem – disse-me, na manhã desta sábado, 13, o Professor Ricardo Pereira.

Ele cita, entre outros “esquecimentos”:

 

Leia a matéria completa no  site do Piscishow/Avisuleite

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