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Da Redação*

Sete municípios tocantinenses saíram da obrigatoriedade da vacinação contra a raiva dos herbívoros (bovídeos, equídeos, ovinos e caprinos). A decisão foi da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), que também prorrogou por tempo indeterminado a campanha de vacinação em 13 municípios, que já são obrigados a cumprir a ação desde 2017. As medidas foram tomadas mediante avaliação criteriosa de controle da doença e objetivam garantir a sanidade do rebanho e beneficiar os produtores rurais da região.

(Foto: Lenito Abreu/Adapec)
(Foto: Lenito Abreu/Adapec)

“As medidas foram tomadas mediante avaliação criteriosa de controle da doença e objetivam garantir a sanidade do rebanho e beneficiar os produtores rurais da região”

Na Portaria nº 361, de 26 de dezembro de 2018, os municípios de Colinas do Tocantins, Bandeirantes, Palmeirante, Porto Nacional, Brejinho de Nazaré, Ponte Alta do Tocantins e Monte do Carmo, por atenderem o índice satisfatório de vacinação e diminuírem substancialmente os focos da doença, tiveram a vacinação obrigatória suspensa durante a campanha, que é realizada anualmente entre os dias 1º e 30 de novembro. Assim, como ocorre no restante do Estado poderão vacinar os animais em qualquer época do ano, se desejar.

– Após quatro anos de vacinação ininterrupta nesses locais, com altos índices vacinais e sem apresentar surtos epidêmicos, avaliamos que a doença está controlada – explica o responsável pelo Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros, José Emerson Cavalcante.

Já na Portaria nº 362, de 27 de dezembro de 2018, a Adapec prorrogou por tempo indeterminado a vacinação contra a raiva dos herbívoros nos 13 municípios obrigatórios a cumprir a medida, são eles: Palmas, Aparecida do Rio Negro, Novo Acordo, Brasilândia, Natividade, Chapada da Natividade, Silvanópolis, Pedro Afonso, Tupiratins, Bom Jesus do Tocantins, Miracema do Tocantins, Lajeado e Tocantínia.

O motivo se deve a falta de reposição, por parte dos laboratórios, de estoque da vacina no mercado.

– Em todo o Brasil há uma carência da dose da vacina, portanto, até que as empresas consigam normalizar a venda do produto o prazo estará estendido, sem prejuízo aos produtores rurais –  disse José Emerson.

*Fonte: Ascom/Adapec, com edição de Cerrado Rural Agronegócios

 

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